Riobonitense ocupa a cadeira de B. Lopes
As cadeiras nº 9, da Academia Fluminense de letras e nº 2, da Academia Niteroiense de letras, patronímicas de B. Lopes, que está completando, este ano, o sesquicentenário (150 anos) de nascimento, são ocupadas por outro riobonitense, o escritor, advogado e jornalista Leir Moraes, também nascido no 2º Distrito de Boa Esperança, na localidade da Prainha.
Leir Moraes é, hoje, o único riobonitense pertencente às duas antigas e prestigiosas entidades culturais, por onde passaram, também, Manuel Duarte, Renato de Lacerda, Eugênio Cordeiro, Helio Nogueira e Angelo Longo.
B. Lopes nasceu, no dia 19 de janeiro de 1859, na então freguesia de Boa Esperança, imortalizada em seu magnífico soneto “Berço”, que se encontra, esculpido em bronze, junto com o seu busto, na praça principal de sua terra natal, monumento erguido por iniciativa do operante e dedicado farmacêutico Aparício Vieira de Moraes.
O poeta faleceu no Rio de Janeiro, em 18 de setembro de 1916, sendo sepultado no cemitério de Inhaúma, onde não mais existe qualquer vestígio de seus restos mortais.