Flávio Azevedo

Nessa edição, a GAZETA está trazendo, na página 4, a publicação das duas Comissões Especiais de Inquérito (CEI), que vão apurar supostas irregularidades na Prefeitura de Rio Bonito. Uma comissão vai investigar a denúncia do empresário Marcelo Cardoso, líder da banda Maverick, que afirmou ter descoberto um esquema de superfaturamento no contrato celebrado com as bandas que foram contratadas para tocar na festa dos 163 anos de emancipação político-administrativa da cidade.

A outra CEI vai apurar a denúncia de um dos diretores do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Rio Bonito (Iprevirb), o advogado José Antônio Cardoso. Na ocasião, ele declarou que a Prefeitura Municipal estaria praticando apropriação indébita. “O dinheiro é descontado do funcionalismo, mas não é repassado aos cofres do Iprevirb. Isso nada mais é do que apropriação indébita”.

As comissões terão o prazo de 90 dias para apresentar o seu relatório conclusivo, podendo ser prorrogado por igual período, a pedido, com fundamentação e aprovação da Câmara Municipal. Elas serão formadas por três vereadores – presidente, relator e membro –, todos eles indicados pelo presidente do Legislativo, conforme determina o regimento interno da Casa.

A CEI que vai apurar o suposto superfaturamento do 163º aniversário da cidade será composta pelos vereadores Marcos Vinícius Moreira Botelho (PR), Abner Alvernaz Júnior, o Neném de Boa Esperança (PTN) e Márcio da Cunha Mendonça, o Marcinho Bocão (DEM). Já os três parlamentares que vão investigar a denúncia de apropriação indébita dos recursos do Iprevirb contará com a participação de Humberto Belgues (PSDB), Rita de Cássia (PP) e Carlos André Barreto de Pina, o Maninho (PPS).