Lívia Louzada
Depois de “Era assim... O Carnaval de nossos pais”, o Grupo de Seresta Lua branca promove, do dia 14 a 16 de julho, a partir das 20h, na Sociedade Musical e Dramática Riobonitense, localizada na Av. Manuel Duarte, nº 891, no Centro, o “No Tempo dos Auditórios”, uma série de eventos em comemoração ao Dia do Seresteiro, comemorado no dia 18 de julho, em homenagem ao artista riobonitense George Savalla Gomes, o palhaço Carequinha. Nos três dias de programação, o público poderá ouvir canções das décadas de 50 e 60, que eram transmitidas pela antiga Rádio Difusora de Rio Bonito.
Além de contar com a participação especial de cantores que faziam parte dos shows de antigamente, como José Davi e Edson Ignácio, o Grupo de Seresta Lua Branca também abrirá espaço para que as pessoas possam cantar e até fazer pedido de músicas.
As atrações começam no dia 14 (quinta-feira), às 20h, com a abertura da exposição Seresteiros em Serenata, que contará com fotos, discos e instrumentos usados na época da Rádio. Por volta das 20h30, o público relembrará, através de uma representação de shows da década de 60, parte da programação musical da Rádio Difusora de Rio Bonito, que fazia bastante sucesso na época
No dia 15 (sexta-feira), por volta das 20h, haverá a Sala de Visita, onde o público poderá recordar as belas vozes do cancioneiro popular brasileiro, durante a apresentação de uma seresta. Já no sábado (16), o Grupo Lua Branca, com seus aproximadamente 20 componentes, fará a tradicional serenata, dessa vez, pelos jardins e no entorno da Praça Fonseca Portela, no Centro. A seresta também terá a participação de seresteiros locais e visitantes.
De acordo com o juiz Mauro Prevot, um dos integrantes do Grupo Lua Branca, o objetivo do tema das festividades deste ano, “é exaltar e recordar as músicas antigas, de todas as décadas, procurando assim, criar um ambiente que relembre as décadas passadas”.
Novidades sobre o Grupo de Seresta Lua Branca podem ser obtidas através do blog serenataluabranca.blogspot.com
História
Seresta foi um nome surgido no século XX, no Brasil, para rebatizar a mais antiga tradição de cantoria popular das cidades: a serenata. Ato de cantar canções de caráter sentimental a noite, pelas ruas, com parada obrigatória diante das casas das namoradas.