Uma boa novidade para os motoristas que trafegam diariamente pelas ruas do Centro de Rio Bonito. Ainda este ano serão implantados mais cinco sinais de trânsito (semáforos) digitais, que ficarão nas vias mais movimentadas, como Rua da Conceição e XV de Novembro. Os pontos de instalação ainda estão sendo definidos pelo secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Isaías Class, juntamente com o Comandante da Guarda Municipal, Marcio Soares.

A diferença da mudança do modelo tradicional para o digital é que, embora esse último também utilize as três cores habituais, vermelho, amarelo e verde para indicar a parada, atenção e trânsito livre, no novo sistema utilizado, um painel dotado de mostradores acende individual e alternadamente, em ordem decrescente, os dígitos de 9 (nove) a 0 (zero), facilitando a vida dos motoristas , pois é possível identificar visualmente o tempo que resta para o estado atual do semáforo, além de fazer uma conta regressiva dos três últimos segundos.

“Já está em fase de licitação a compra dos cinco semáforos digitais, que vai melhorar o ordenamento urbano da cidade. O número de veículos aumentou e estamos nos adaptando a essa nova realidade”, explicou o comandante da Guarda Municipal, Marcio Soares, que também adiantou que toda manutenção dos equipamentos será feita por membro do efetivo da corporação, que passou por curso de qualificação para realizar esse trabalho.

Custo Benefício - Outro fator que pode pesar na escolha da Prefeitura deve ser a relação custo benefício. Um semáforo digital utiliza lâmpadas de LEDs, que consome dez vezes menos eletricidade do que os semáforos tradicionais e possui um sistema de baterias que mantém seu funcionamento durante uma hora e meia em caso de queda de energia. Além disso, a utilização de LEDs reduz o peso do semáforo e aumenta a qualidade da luz emitida, assim como sua durabilidade. A sua aparência é semelhante à da tela de um monitor de cristal líquido. A vida útil dos componentes de iluminação é de 50 mil horas, superior à dos modelos convencionais, que duram entre 5 e 8 mil horas, o que poderá reduzir os custos de manutenção.

(ASCOM/PMRB – Denilson Santos)