Lívia Louzada
Quem não teve tempo de se imunizar contra a gripe (influenza), ainda pode correr aos postos de saúde da cidade. A campanha de vacinação começou no dia 15 de abril e oficialmente terminou no dia 17 de maio nos demais municípios do Estado, mas como Rio Bonito não atingiu a cobertura mínima de 80% de vacinação, e ainda há vacina em estoque, crianças, gestantes, mulheres que acabaram de dar a luz, profissionais de saúde, idosos e pacientes de 2 a 59 anos portadoras de doenças crônicas, podem procurar os principais ambulatórios e postos de saúde de Rio Bonito. A vacinação em Rio Bonito deve se estender até a metade do mês de junho.
Segundo a coordenadora de imunização de Rio Bonito, Jane Lima, além desses grupos “as crianças abaixo de 9 anos que não tomaram a vacina no ano passado, precisam tomar duas doses dessa vacina”. A vacina ainda está sendo ministrada nos ambulatórios de Boa Esperança e Manuel Loyola e nos postos de saúde de Basílio, Praça Cruzeiro, BNH, Serra do Sambê, Rio do Ouro, Sambê, Parque Andrea, Boqueirão, e Nova Cidade.
Até agora, a coordenação da campanha contabilizou 79,79% de crianças vacinadas, 76,54% de profissionais de saúde imunizados, 81,39% de gestantes, 122,99% de mulheres que acabaram de dar a luz e 69,83% de idosos, totalizando uma média de 73,06% de imunizados em Rio Bonito. De acordo com a coordenadora, os postos de Parque Andrea, Basílio, Praça Cruzeiro, Rio do Ouro, BNH, Boqueirão e o Ambulatório Manuel Loyola, foram os mais procurados pela população, mas mesmo com uma boa procura, é comum as pessoas terem medo de tomar a vacina porque pensam que irão contrair gripe. “Estamos trabalhando para mudar esse conceito. A vacina não provoca a gripe. A sua composição é de vírus mortos. Dessa forma, não possibilita a manifestação da doença. Aqueles pacientes que por ventura se griparam após a vacina é porque poderiam estar em período de incubação da doença devido contato prévio com o vírus”, explicou.
E para que nenhum riobonitense fique sem a imunização, Jane falou sobre as estratégias que estão sendo desenvolvidas para diminuir os casos de gripe. “Hoje, há um trabalho de convencimento para a vacinação, pois muitos usuários dos grupos prioritários não querem se imunizar. Mas lentamente, estamos aumentando o número de vacinados com a execução de atividades além dos muros dos postos de saúde e dos ambulatórios, que estão sendo realizadas com o objetivo de levar a vacina onde o usuário está”, contou.