Guilherme Duarte

Ainda muito abalada com a morte de sua mãe Celina Moraes da Costa e Silva, de 82 anos, - que foi encontrada sem vida boiando na piscina de sua casa -, Jaciléia Henrique da Silva esteve na redação da FOLHA, na tarde da última terça-feira (8) para esclarecer o real motivo da morte de Celina. Acompanhada do marido Janderson da Silva Moraes, Jaciléia revelou que sua mãe teve um ataque cardíaco fulminante e não teria morrido afogada como foi divulgado na última edição da FOLHA, com base no registro feito na 119ªDP (Rio Bonito).

“A princípio realmente pensamos que ela teria morrido afogada, mas após o resultado dos exames constatamos que ela teve um ataque cardíaco fulminante. Nós acreditamos que ela deveria estar caminhando ao lado da piscina quando teve o ataque e, por isso, caiu na água. De acordo com o médico, a pessoa, quando tem um ataque cardíaco, perde a visão. Além disso, minha mãe usava óculos e quando a encontramos na piscina ela estava sem os mesmos, as únicas coisas que estavam por perto eram as muletas que ela usava para andar”, explicou Jaciléia, que também fez questão de esclarecer que morava no sítio no qual sua mãe faleceu.

“Desde quando meu pai faleceu, há 16 anos, minha mãe morava comigo. Lá no sítio morávamos eu, meu marido, minha mãe e meu filho de 15 anos, que estava no colégio no momento do acontecimento. Foi uma fatalidade e ainda estou muito chocada com tudo isso”, afirmou.

Celina Moraes da Costa e Silva foi encontrada morta no último dia 2 de junho boiando na piscina de sua residência, na Estrada de Rio dos Índios de Dentro, na Praça Cruzeiro.