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Apicultura: atividade dá bons lucros

14/06/2013 14:41:27

Lívia Louzada

“Não crie caso, crie abelha”, é um dos lemas do agroempresário riobonitense Afonso Alves de Melo, de 45 anos. Casado e pai de dois filhos, o apicultor cria abelhas há quase 30 anos, e tem seu entreposto (agroindústria que permite o produtor de mel manipular e ter a inspeção da Secretaria Estadual de Agricultura para comercializa-lo) há dois. Segundo ele, o negócio tem um bom retorno financeiro, mas é preciso dedicação e amor. Afonso conta que começou a criar abelhas e produzir mel por causa de um padre, e que hoje produz mais de 500kg de mel por mês.

De acordo com Afonso, tudo começou com a visita de um padre a sua casa, quando ele tinha cerca de 15 anos, no início da década de 80. Na época, o padre (que ele não lembra o nome, mas era de Boa Esperança) mostrou a ele que não era necessário ter medo das abelhas, e o ensinou a lidar com o inseto. A partir dali, Afonso começou a criação, a extrair o mel produzido pelas abelhas que criava, e vender para produtores que embalavam e comercializavam o produto.

Mas ele queria mais, e há cerca de dois anos, decidiu vender seu mel direto para os mercados da região e montou seu próprio entreposto em Lavras, localidade rural de Rio Bonito, criando a agroindústria familiar, Jata Mel. O negócio foi crescendo, e as abelhas que ele criava já não produziam o suficiente para as encomendas que recebia. Por esse motivo, hoje, Afonso beneficia e embala o mel de outros criadores de dentro e fora de Rio Bonito, como Tanguá e Itaboraí.

E para que sua marca fosse ainda mais conhecida, e outras pessoas pudessem investir na criação de abelhas, o empresário alugou um box no Mercado Municipal da cidade, onde vende desde os produtos de sua marca, como mel e própolis, até itens para quem deseja ingressar no mercado de criação, como colmeia, cera alveolada, roupas para o manuseio com as abelhas, formigador e muito mais.

O negócio

Afonso diz que o investimento na criação de abelhas não é muito alto, e se uma pessoa quiser viver apenas da venda do mel para as pessoas que embalam, é possível. Já  a venda direta do produto, custa um pouco mais caro. Ele conta que gastou cerca de R$50 mil, entre a construção e o maquinário, para montar o entreposto em Lavras.

“90% das pessoas que produzem mel, não conseguem comercializar o produto, pois precisam do carimbo de inspeção da Secretaria de Agricultura, só assim, o produto delas é aceito nos principais mercados. E para que o rótulo receba o carimbo, a pessoa precisa ter um entreposto registrado em seu nome”, explica o empresário.

Hoje Afonso embala frascos de mel em três tamanhos, 280gr; 1,3kg, e 750gr, já o própolis, é vendido no frasco de 20 ml. Os produtos são comercializados nos principais mercados da cidade e de outros municípios, como Casimiro de Abreu e Rio das Ostras. Mas ele não está satisfeito, e diz que quer chegar ao público da região metropolitana. Quem quiser saber mais sobre a criação de abelhas, ou quiser consumir o mel de qualidade, pode entrar em contato com Afonso através do telefone (21) 9813-6118.

Propriedades do mel

Como todo mundo sabe, o mel tem diversos nutrientes, como o fósforo, ferro, vitaminas do complexo B, e vitamina C, por causa disso, suas funções terapêuticas são inúmeras e variam de acordo com o vegetal de onde a abelha extrai o néctar. De acordo com a nutricionista Gisele Pontaroli Raymundo, professora do Centro Universitário Positivo de Curitiba, “O mel de laranjeira, por exemplo, tem um gosto mais suave e propriedades sedativas. Já o de eucalipto, com sabor forte e cor mais escura, é indicado para as doenças do aparelho respiratório, como gripes, tosses e bronquites. O silvestre é leve e tem o poder de acalmar, desintoxicar e fortificar”, explica.

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