

10/04/2013 10:51:46
Lívia Louzada
Mais uma vez, os problemas ocasionados pelo uso e tráfico de drogas em Rio Bonito, foi o assunto mais discutido na reunião do Conselho Comunitário de Segurança (CCS) de Rio Bonito. Na reunião da última segunda-feira (01), na Câmara de Vereadores, foi sugerida uma reunião com as Polícias Civil e Militar, representantes da Justiça de Rio Bonito e do Poder Executivo, a fim de estabelecer estratégias de combate ao tráfico de drogas na cidade. Na ocasião, o comandante do 35º Batalhão de Polícia Militar de Itaboraí, o coronel Wagner Nunes, também apresentou o novo comandante da 3ª Cia da Polícia Militar de Rio Bonito, o tenente Lima.
Depois de muitas discussões sobre os problemas gerados pelo consumo e a venda de drogas em Rio Bonito, haja visto as apreensões de entorpecentes feitas pela Polícia Militar todas as semanas, parece que o problema pode finalmente entrar na pauta de discussões, não só do CCS. Durante a reunião, o jornalista Flávio Azevedo sugeriu que fosse realizada uma reunião, contando também com os responsáveis da nova Secretaria Anti-Drogas, e com todos os órgãos responsáveis da cidade, a fim de traçar estratégias de combate ao tráfico.
“Devemos pensar numa reunião com a prefeita, com vereadores e todas as autoridades, para tentarmos pensar na segurança com um foco local. Minha sugestão é que a gente consiga dar uma passada um pouco maior. Fazer com que as coisas que estão sendo ditas aqui, saiam do papel”, argumentou Flávio.
A ideia foi imediatamente acatada pelo presidente do Conselho, José Balbino, e pelo coronel. “Que a gente reúna as autoridades de comece a fazer algum tipo de abordagem, pois isso é necessário e urgente. Se nós não fizermos nada, se não tivermos determinadas autoridades aqui para darem respostas, não conseguiremos decidir os rumos das coisas, pois algumas abordagens nossas (da Polícia Militar), esbarram nesses problemas da lei, nos problemas sociais, nos problemas de família”, relatou o comandante.
Assuntos em pauta
Outro assunto colocado em pauta na reunião, foi sobre a falta de fiscalização da Prefeitura. Segundo o próprio presidente do CCS, a lei municipal que determina que agências bancárias coloquem biombos na frente dos caixas, está sendo cumprida apenas pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil.
Já outro tipo de fiscalização mencionado, é a fiscalização de postura. Segundo relatos de moradores da Praça Cruzeiro, de Boa Esperança, Basílio, e outros bairros, a lei do silêncio – que determina o silêncio a partir das 22h - é descumprida, pelo menos, todos os fins de semana, por bares da cidade.
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