Sobre Rio Bonito
» História de Rio Bonito
» Geografia de Rio Bonito
» Hino de Rio Bonito
» População de Rio Bonito
» Personalidades de RB
» Turismo de Rio Bonito
» Mapa de Rio Bonito
Comércio e Serviços de Rio Bonito
» Alimentos e Bebidas
» Animais
» Beleza e Estética
» Casa e Decoração
» Colégios e Cursos
» Comer Bem
» Comunicação e Propaganda
» Construção e Reforma
» Esporte, Turismo e Lazer
» Festas e Eventos
» Finanças e Negócios
» Informática
» Lojas e Comércio
» Medicina e Saúde
» Moda e Acessórios
» Profissionais e Serviços
» Veículos
Guia RB
» Notícias de Rio Bonito
» Jornal Folha da Terra
» Jornal Gazeta Rio Bonito
» Jornal O Tempo em Rio Bonito
» Entrevistas
» Colunas
» TV Rio Bonito
» Cultura
» Fotos de Eventos
» Blogs de Rio Bonito
» Notícias de RB por e-mail
Comercial :: Guia RB
» Anuncie sua Empresas
» Hospedagem de Sites
» Fale Conosco
 
Anuncie com 50% de Desconto

“Não há distinção no tratamento dos pacientes”

27/03/2013 14:02:09

Lívia Louzada

Foi rebatendo as últimas declarações do secretário municipal de Saúde, Anselmo Ximenes, - de que os plantonistas do Hospital Regional Darcy Vargas tratam pacientes de outros municípios, como ‘persona non grata’ – que o presidente do Hospital, Joaquim Martins e o advogado da instituição, Leonardo Martins, receberam a reportagem da FOLHA, na última segunda-feira (19), no hospital. Segundo o presidente da instituição, não há qualquer distinção no tratamento dos pacientes, “todos são atendidos da mesma forma”.

O presidente disse ainda que não só a direção foi pega de surpresa com a declaração, mas também a classe médica do hospital. “A declaração pegou os médicos de surpresa e deixou até alguns aborrecidos. Ficou um mal estar entre eles. Ficamos surpresos com a declaração do secretário”, disse Joaquim.

Para eles, não há como os plantonistas tratarem pacientes de formas diferentes, se a instituição recebe tantos moradores de fora do município. Segundo Leonardo, só de pacientes de Silva Jardim, foram atendidos em fevereiro, 370 pessoas, contra 5.420 de Rio Bonito. Além de Silva Jardim, o Hospital também atende pacientes de Tanguá, Itaboraí, Saquarema, São Gonçalo, e até São João de Meriti, entre outros .

 

Mudanças

 

Além de responder as declarações do secretário de Saúde, os diretores também falaram sobre a reorganização feita no hospital para pagar dívidas, sem precisar de empréstimo, como por exemplo, uma dívida de R$520 mil, com fornecedores de equipamentos e material hospitalar, que foi negociada e paga por R$400 mil. Para o presidente, a unificação dos setores, em que um funcionário colabora com o setor do outro, a humanização do hospital, e a reorganização, fizeram diferença nessa nova fase que o hospital está passando. Segundo Leonardo, após análise, foi percebido que alguns setores estavam com excesso de funcionários, como o Laboratório e o Raio-X.

A partir dessa análise, a reorganização começou a ser feita, mas apesar de ainda não ter terminado, não foi preciso demitir todos os funcionários que saíram dos setores. A reorganização permitiu que o reajuste dos salários fosse feito, não só dos profissionais da saúde, mas de todo o funcionalismo. “Encontramos defasados os salários e resolvemos reajustar todo o funcionalismo, do médico ao pessoal da limpeza”, afirmou o presidente Joaquim Martins

O problema da falta de médicos no hospital, que é uma reclamação antiga da população, também está “sob controle”, segundo Leonardo, apesar de alguns médicos terem pedido demissão por causa da sobrecarga no atendimento a pacientes com suspeita de dengue. Para Leonardo Martins, há uma dificuldade na contratação de médicos, por parte do Hospital, porque eles preferem trabalhar na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), pois não realizam tantos atendimentos quanto no HRDV.

Apesar da dificuldade, foi possível aumentar o número de médicos no Pronto Socorro e a implantar a ortopedia no serviço de emergência. A colocação da especialidade foi um pedido da prefeita Solange Almeida, segundo o presidente. Joaquim disse que por conta disso, a prefeita se comprometeu a aumentar o recurso que repassa ao hospital para manter o Pronto Socorro, já que o serviço de emergência é de responsabilidade do município. “Gastamos mais de R$400 mil com o Pronto Socorro, e ela se comprometeu a aumentar o valor de R$280 mil (valor atualmente recebido) para 520 mil, em abril ou maio”, disse.

Avanços

Assim como acontece na UPA, o hospital também deve ganhar uma classificação de risco, que permitirá  o atendimento mais rápido de pacientes com mais gravidade. Atualmente o atendimento é feito por ordem de chegada. Outra modernidade, essa já funcionando, é a Sala de Telemedicina, que fica localizada no auditório da unidade e tem capacidade para cerca de 50 pessoas. Essa sala permite que todos os funcionários, de médicos a atendentes, façam cursos de capacitação através de links ao vivo. “Os médicos participam de vídeo conferência com hospitais em todo o Brasil, treinamento, veem cirurgias ao vivo e podem até tirar dúvidas na hora. Tudo pode ser feito sem sair do hospital”, explicou Joaquim.

Compartilhe:

Publicidade/Links Patrocinados:

.:: Destaques ::.